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Piadas aleatórias





No meio da brincadeira de esconde-esconde o Joãozinho se enfiou no guarda roupas do quarto da mãe. Com ninguém o achava e estava escuro, ele acabou pegando no sono e ficou dormindo dentro do armário, até acordar com alguém entrando lá também. Era o amante da mãe. Surpreendido com a chegada inesperada do marido, o cara teve que se esconder também. Aí o Joãozinho resolveu puxar um papo:

-Tá escuro aqui, né?

-É. - responde o homem meio sem graça.

-Quer comprar minha bola de futebol?

-Não obrigado.

-Tem certeza? – fala o Joãozinho elevando o volume da voz.

-Tá certo. Eu compro. Quanto é?

-Cem reais.

-O que?! Quer dizer, eu pago, afinal não estou em condições de reclamar...

Daí a pouco...

-Tá escuro aqui né? Diz o Joãozinho.

-Tá, mas vê se fica quietinho está bom? -responde o homem.

-Quer comprar uma camisa do Corinthians? - pergunta o Joãozinho.

-...Quanto?

-Duzentos reais.

-Caraca! Tudo isso? Tá bom, toma o dinheiro.

No fim de semana, o pai do garoto chama ele para jogar bola no campinho. E o Joãozinho responde:

-Sabe o que é, Pai? Não vai dar. Eu vendi minha bola e minha camisa.

-Vendeu!? Por quanto?

-As duas juntas por trezentos reais.

-Trezentos!? Você roubou o cara! Mas que safadeza! Vai já para a igreja se confessar com o padre!

Chegando na igreja, Joãozinho entra no confessionário e quando o padre vem ele fala:

-Oi seu padre... tá escuro aqui, né?

-Nem adianta tentar! Não vem com essa história, não. Hoje não vou comprar m#rda nenhuma!





O cara chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

-Faz favor, firmeza, fineza fazer frango frito!

-Pois não, com quê, cavalheiro?

-Farofa, feijão e fritas.

-Deseja beber alguma coisa?

-Fanta.

-Um pãozinho para esperar a refeição?

-Faça fatiado.

O garçom serve o cliente inconformado com o fato dele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.

-Vai querer sobremesa?

-Frutas frescas.

-Tem alguma preferência?

-Figo.

Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:

-O senhor deseja um café?

-Forte e fervido.

Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:

-E então, como estava o cafezinho?

-Frio, fraco, fedorento, fervido num filtro furado, formiguinhas flutuando no fundo e fazendo fofoca.

Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.

-Qual é sua graça?

-Felipe Florêncio Farias Filho.

-De onde o senhor vem?

-Fortaleza.

-O senhor trabalha?

-Fui ferreiro.

-Deixou o serviço?

-Fui forçado.

-Por que?

-Faltou ferro.

-E o que o senhor fazia?

-Ferrolho, ferradura, faca... ferragem.

-O senhor torce por algum time?

-Fui Flamengo.

-E deixou de ser por que?

-Fez feio.

-Qual é o seu time agora?

-Fortaleza.

-O senhor é casado?

-Fui.

-E sua esposa?

-Faleceu.

-De que?

-Frio e fome.

O garçom perde a calma e diz:

-Escute aqui, se você falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.

-Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil fico freguês!

O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:

-Ei, espere aí! Ainda falta uma palavra!

O homem responde, sem se virar:

-F#da-se!


Foi Fácil Falar, né!?




As pérolas jurídicas que se seguem, são falas que realmente vazaram das bocas de rábulas (também conhecidos como advogados de “porta de cadeia”) e foram obtidas de registros oficiais de tribunais. Com toda a justiça aos pobres advogados aqui imortalizados como completos idiotas, o leitor deve saber que os datilógrafos transcrevem tudo o que e dito, de forma que a menor estultice fica em registro para sempre. Aproveite e veja entre parênteses as respostas que devem ter sido imaginadas pelos que ouviram as perguntas.

(1)
Foi este o mesmo nariz que você quebrou quando criança? (Como se alguém trocasse de nariz depois de adulto).

(2)
Então, doutor, não é verdade que quando uma pessoa morre durante o sono, na maioria dos casos ela o faz de maneira calma e não se da conta de nada até a manha seguinte? (E na manhã seguinte ao acordar ele vai notar que está morto?)

(3)
-O que aconteceu depois?
-Ele me disse: Tenho que te matar porque você pode me identificar no tribunal.
-E ele o matou?
(O inquirido deveria responder que sim, que era um fantasma voltando do além?)

(4)
-Foi você ou seu irmão que morreu na guerra? (Sem comentários!)

(5)
-O filho mais jovem, o de 20 anos, quantos anos ele tem? (Talvez, uns oitocentos e cinqüenta?!)

(6)
-O que significa a presença de esperma?
-Significa relação consumada.
-Esperma masculino? (Devia estar pensando que podia ser de um ET?!)
-E o único que eu conheço.

(7)
-Vou mostrar a Prova 3 e peço que reconheça a foto.
-Este sou eu.
-Você estava presente quando esta foto foi tirada? (P#ta que p#ariu! Como é burro!)

(8)
-Você estava presente a este tribunal esta manhã quando fez o juramento? (Na realidade, não tenho certeza, pode ser que eu tenha algum irmão gêmeo que eu não conheço.)

(9)
-Então, Sr. Alberto, como o seu casamento acabou?
-Por morte.
-E ele acabou pela morte de quem? (Deve ser por morte do cérebro do causídico)

(10)
-Há quanto tempo você esta grávida?
-Vai completar 3 meses no dia 8 de novembro.
-Então, aparentemente, a data da concepção foi 8 de agosto.
-Sim.
-E o que você estava fazendo? (Chupando melancia e acabei engolindo um caroço, aí minha barriga inchou assim.)

(11)
-Sra. Silva, a Sra. se considera emocionalmente equilibrada?
-Eu era.
-E quantas vezes a Sra. cometeu suicídio? (Não lembro, mas depois desta pergunta vou me matar pelo menos umas dez vezes.)

(12)
-Quer dizer que, quando você voltou, você tinha saído? (Não! Eu sempre volto sem ter saído.)

(13)
-Ela tinha 3 filhos, certo?
-Sim.
-Quantos meninos?
-Nenhum.
-Tinha alguma menina? (Não eram todos anjos, que não tem sexo.)

(14)
-Você não sabe o que era, nem com o que se parecia, mas você pode descrever? (Não. Mas posso descrever um burro de terno e gravata, se você quiser.)

(15)
-Você disse que a escada descia para o porão. Essa escada, ela também subia? (Nunca vi. Ela tinha uma mania danada de ficar só lá embaixo)

(16)
-O Sr. esta qualificado a apresentar uma amostra de urina?
-Sim, desde criancinha. (Este respondeu na bucha!)

(17)
-O Sr. se lembra, aproximadamente, a hora em que examinou o corpo do Sr. Silva?
-Foi à noite. A autópsia começou em torno das 20:30.
-E o Sr. Silva estava morto naquele momento, certo?
(-Não, seu panaca estúpido! Ele estava sentado na mesa tentando imaginar por que era que eu estava abrindo o peito dele com um bisturi!)












Seo Joaquim, um velhinho português, vai até a farmácia do bairro e pergunta ao sujeito do balcão:
-Faz-me um favor, o senhor me vende um pouquito de farinha de trigo?
O atendente, sem entender nada, respondeu:
-Como assim, farinha de trigo? Aqui é uma farmácia e não vendemos farinha.
O velhinho agradece e vai embora. No dia seguinte ele está de volta e:
-Bom dia, meu senhor. Tens farinha hoje?
O balconista, achando muito esquisito, respondeu:
-Não. Nem hoje nem amanhã! E não falou mais nada.
O portuga vai embora, meio de cabeça baixa e resmungando, mas acabou retornando no dia seguinte, e no outro e no que vem depois. Sempre perguntando ao balconista sobre a farinha de trigo. Uma semana depois o balconista não agüenta mais, quando o “Seo” Joaquim entra na farmácia e:
-Olá. Bom dia! Chegou a farinha?
Enfurecido, o balconista responde aos berros:
-Eu não agüento mais você aqui todo dia com a mesma história. Sempre pedindo farinha. Ainda não deu pra entender que aqui é uma farmácia e que nas farmácias ninguém compra farinha?
Após ouvir os berros do sujeito, o português ainda insiste:
-OraPois! Ninguém compra, porque tu não tens para vender. Se tivesses, comprariam.
O balconista fica descontrolado e continua aos berros:
-Se você aparecer aqui mais uma vez me perguntando por farinha, eu juro que vou pregar seus pés na calçada.
Depois dessa o velhinho cai fora rapidinho. Mas, como seria de se esperar em piadas que nem as do Portuguelândia, por incrível que pareça, o velho Joaquim voltou:
-Bom dia! Faz-me um favor?
O balconista ao ver o português já arregaça as mangas e começa a espumar de ódio. O português então pergunta ao ele:
-O senhor tem pregos?
O balconista, aliviado, responde:
-Não, claro que não...
-Ah, então o senhor me veja um pouquinho de farinha!...





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