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-Qual é seu nome?

-Raimundo, mas pode chamar de Mundinho, seu dotô.

-Eu não sou doutor. Sou um Capitão da Legião Estrangeira. Sou um combatente, não um médico. Pode me tratar por Comandante.

-Tá certo, sinhô Comandante.

-Para que você quer ingressar na Legião? Sabe que a vida aqui e muito dura? Poucos aguentam a rotina e você me parece muito fraquinho.

-Tem probrema não, seu Comandante. Eu quero vim pra cá pruque num tenho mais nada na vida. Perdi muié e fios no pau-darara qui acidentou quando nois vinha pra Sum Paulo. Em Sum Paulo num arrumei nem emprego di serventi nem nada. Eu num sóu home di pidi nada prus otru, di modi qui vim assunta si tem trabalho aqui. Mi falaru qui a genti ganha poco mas qui cumida num farta. Di trabalho eu num tenho medo i nem di briga também não, seu Commandante. Si o sinhô quizé posso até mostra procê.

-Chega de papo. De qualquer jeito você vai ter que passar nos três testes antes de ser aceito:
O primeiro: Está vendo aquele vidro ali ? Tem dois litros de óleo de rícino. Você tem que tomar tudo de uma só vez, sem que sobre na nada.fundo. O segundo: Está vendo aquela jaula ? Dentro tem um urso selvagem de quase dois metros de altura. Você tem que entrar na jaula e apertar a mão do urso. Se passar nestes dois testes, vai fazer o terceiro, que é ter relações sexuais três vezes seguidas com uma cigana de 80 anos que não toma banho faz bem uns cinco. Você compreendeu? Sabe o que deve fazer?

-Sei, sim sinhô.

-Então pode começar os testes.

Mundinho, que estava morto de fome, foi direto para o vidro e tomou todo o óleo de uma só vez. Aí correu em direção à jaula do urso. Só pensava que tinha que conseguir o emprego de qualquer forma. Entrou na jaula e se atirou em cima do urso. Foi uma luta enorme que durou uns quinze minutos. Ninguém conseguia enxergar o que estava acontecendo por causa da poeira que levantou. O barulho era assustador. Os urros do urso não paravam. De repente, um silencio quase que total, quebrado apenas por gemidos do Mundinho. O resultado não se podia ainda ver por causa da poeira. Mais uns cinco minutos de gemidos, e a poeira foi baixando. O urso, caído no fundo da jaula, parecia uma vitima de atropelamento. Mundinho, todo arranhado e sorridente, saiu da jaula arrumando suas roupas rasgadas, endireitando as calcas e gritou para o Comandante:

-Foi treis veiz, seu comandanti. Agora cadê a ciganinha pru modi eu apertar a mão dela?







Muito interessante........


Semana passada convidei uns amigos para almoçar em um restaurante próximo ao escritório. Logo que chegamos, reparei que o garçom que nos atendia levava uma colher no bolso da camisa. Achei aquilo esquisito, mas interpretei como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa começou a nos servir, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa. Olhei em volta no salão e percebi que todos os garçons, garçonetes e atendentes levavam uma colher no bolso da camisa. Quando nosso garçom voltou para anotar o pedido, perguntei:

- Porque a colher?

- Bom, os donos do restaurante contrataram a Arthur Andersen, experts em eficiência, com o objetivo de revisar e melhorar nosso sistema de trabalho. Após meses de análises, os consultores constataram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% mais freqüência que os outros talheres. Segundo eles, são três quedas de colher/hora/mesa. Eles concluíram então que se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, poderíamos reduzir o número de viagens à cozinha e, assim, poupar mais de 1,5 hora trabalho por homem/turno.

No momento em que falávamos, escutou-se um som metálico na mesa ao lado. Rapidamente o garçom que nos atendia trocou a colher pela que levava no bolso e, voltando à nossa mesa, me disse:

- Pegarei outra colher quando for à cozinha, assim não farei uma viagem extra para buscá-la agora.

Meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados. Enquanto os outros faziam seus pedidos, continuei observando ao meu redor. Foi quando percebi uma cordinha fina pendurada no zíper da calça dos garçons. Antes do garçom se retirar perguntei:

- Desculpe, mas...porque tem essa cordinha justo aí?

- Ah sim! - respondeu ele baixando o tom de voz - Não tem muitas pessoas tão observadoras quanto o senhor. Essa firma de consultoria achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao banheiro.

- Como assim?

- Veja bem: amarrando esta cordinha na ponta do.... bem, o senhor já sabe, podemos sacá-lo para urinar sem usar as mãos e, dessa forma, eliminar a necessidade de lavar as mãos. Com isso, economizamos o tempo gasto no banheiro em 37% por homem/turno.

- Faz sentido, mas se a cordinha ajuda a pôr pra fora, como é que vocês fazem para guardar ele de volta?

- Bem, não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher...






















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