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Piadas aleatórias


















AMOR OU INTERESSE?

- Diga-me, Manoel, tua mulher faz sexo com você por amor ou por interesse?

- Olha, Joaquim, eu acho que é por amor...

- Como é que você sabe?

- Porque ela não demonstra nenhum interesse!!!
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MANOEL NA ZONA

Manuel chega na zona louco por um programinha e pergunta pra cafetina:

- Quanto está a custaire o coito com uma das meretrizes?

- Depende do tempo! diz a cafetina.

- Pois, baim... Suponhamos que chova...
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MANOEL NO BRASIL

- O Manoel estava voltando da viagem que fizera ao Brasil.

- Chegando no aeroporto, seu amigo Joaquim o esperava.

- E aí Manoel, como foi de viagem?

- Muito bom...

- E o que tu mais gostaste no Brasil??

- Ah, das praias, da mulherada! É uma maravilha!!!!

- E do que tu não gostaste???

- Ah, das escadas rolantes... Tu acreditas que um dia eu estava subindo e acabou a energia elétrica... Eu fiquei lá parado em pé por mais de 2 horas!!!

- Ê Manoel, mas tu és burro hein!!!! Por que tu não te sentaste???
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MANOEL E O LEPROSO

- O Manoel foi preso numa cela em frente à de um leproso.

- Dia após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas.

- Até que certa vez, caiu um dedo do leproso.

- Este o pegou e o atirou pela janela.

- Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela.

- Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela.

- Uma semana depois, caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela.

- Aí, o Manoel não agüentou mais e pediu uma audiência com o Diretor.

- Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo duro, mas o gajo que está na cela em frente a minha está fugindo aos pouquinhos...






Em algumas igrejas evangélicas todos os domingos, antes do sermão, realiza-se a escola bíblica. As crianças crentes são separadas segundo as idades em classes diferentes classes. Ninguém precisa dizer que muitas chegam com sono
Na classe dos meninos e meninas, a Mariazinha e o Pedrinho assistiam à aula.
A Mariazinha, que tinha vindo de longe, cochilava na cadeira, enquanto a professora falava sobre a bíblia e fazia perguntas para testar a atenção dos alunos. O Pedrinho era filho do pastor, e estava sempre a prestando atenção.Ele gostava sempre de se sentar atrás da Mariazinha. Gostava da menina.
De repente, a professora vira-se para a Mariazinha, que estava com os olhos meio fechados e pergunta:
-Mariazinha! Me diga quem é que criou o universo?!
O Pedrinho que estava atrás da Mariazinha, vendo que ela não acordava, dá uma espetada nela com uma agulha. Num pulo, a Mariazinha se levanta e exclama:
-Deus Todo Poderoso!
-Muito Bem, Mariazinha.
A professora continua a falar sobre Sodoma e Gomorra, e a sonolenta mas crente Mariazinha volta a adormecer, esticando-se na cadeira e piscando duro.
Aí, a professora volta a atacar:
-Mariazinha! Quem é o nosso salvador?
O Pedrinho espeta outra vez a agulha. Mariazinha dá outro berro:
-Cristo!
A professora já não estava entendendo o que acontecia e resolve testar Mariazinha com uma pergunta impossível para verificar se ela esteve mesmo sempre a prestar atenção.
Quando a menina cochila novamente, a pergunta sai de supetão:
-Mariazinha! Responda-me já: O que Eva disse a Adão, depois do seu vigésimo primeiro filho??
Pedrinho volta a espetar a Mariazinha , e desta vez ela grita:
-Se me espetar de novo com essa coisa horrível, vou te quebrar a cara!








O texto abaixo é do genial Max Gehringer, que escreve sobre recursos humanos e carreira em vária revistas. Recebi por e-mail e não sei a origem precisa. Além da grande lição de moral, é também uma ótima piada.


A Executiva no Céu

Foi tudo muito rápido.

A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou.
Deu um gemido e apagou.
Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal.

Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.
Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas.

Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

-Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

-No céu.

-No céu?...

-É. Tipo assim, o céu. Aquele com querubins voando e coisas do gênero.

-Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.

Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

-Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.

-É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?

-Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.

-Assim? (...)

-Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem.
À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:

-Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...

-Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?

-Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo "executiva"?

-Já ouví falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight.
A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

-Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando à toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.

-É mesmo?

-Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?

-Ah, não sabemos.

-Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?

-Hã?

-Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aquí vai acabar virando uma anarquia.
Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.

-Que interessante. ..

-Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: "O melhor céu da América Latina".

-Fantástico!

-É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização de um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.

-Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe,certo?

-Sobre todas as coisas.

-Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico por exemplo, me parece extremamente atrativo.

-Incrível!

-É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.

-Impressionante!

-Isso significa que podemos partir para a implementação?

-Não. Significa que você terá um futuro brilhante ... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

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