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Piadas aleatórias




Um francês, um argentino e um Brasileiro estão visitando um país árabe e resolvem tomar umas doses de whisky, quando a polícia aparece e os prende.
A simples posse de bebida alcoólica é uma ofensa grave naquele país e os três são sentenciados à morte, num julgamento sumário.
Entretanto, após vários meses, e com a ajuda de bons advogados, eles conseguem que a sentença de morte seja transformada em prisão perpétua.
Por um capricho da sorte, no aniversário do país, o benevolente Sheik resolve abrandar ainda mais a pena e decreta que os mesmos poderão ser soltos após receber 20 chibatadas cada.
Quando eles estão se preparando para a punição,o Sheik anuncia:

- Hoje é aniversário de minha esposa, e ela me pediu para permitir a cada um de vocês um desejo antes da punição!

O Francês foi o primeiro da fila,pensou um pouco e pediu:

- Por favor,amarrem 2 travesseiros nas minhas costas!

Assim foi feito, mas os travesseiros só duraram 10 chibatadas antes de completar a punição e quando tudo terminou ele teve que ser carregado sangrando e com muita dor.
O Argentino, sabido como sempre, viu o que tinha acontecido e sendo segundo, pediu:

- Por favor, amarrem 4 travesseiros nas minhas costas!

Porém, mesmo assim, após 15 chibatadas os travesseiros não suportaram o Argentino foi levado sangrando e maldizendo o acontecido.
O Brasileiro foi o último e antes que pudesse dizer o seu pedido,foi interrompido pelo Sheik:

- Você é um de um país belíssimo, do futebol e das
mulatas. Eu adoro o Brasil, e vou lhe agraciar com dois pedidos antes da punição!

- Obrigado, sua Alteza! - disse o Brasileiro - Em reconhecimento a sua bondade, meu primeiro desejo é que eu receba 100 chibatadas e não 20 como previsto,pois eu me sinto culpado pelo ocorrido!

Ao que o Sheik respondeu:

- Além de ser um homem honrado e gentil, o senhor também um homem corajoso. Que assim seja! Mas e seu segundo pedido?

- Quero que amarrem o Argentino às minhas costas!







Qual é seu nome?

-Raimundo, mas pode chamar de Mundinho, seu dotô.

-Eu não sou doutor. Sou um Capitão da Legião Estrangeira. Sou um combatente, não um médico. Pode me tratar por Comandante.

-Tá certo, sinhô Comandante.

-Para que você quer ingressar na Legião? Sabe que a vida aqui e muito dura? Poucos aguentam a rotina e você me parece muito fraquinho.

-Tem probrema não, seu Comandante. Eu quero vim pra cá pruque num tenho mais nada na vida. Perdi muié e fios no pau-darara qui acidentou quando nois vinha pra Sum Paulo. Em Sum Paulo num arrumei nem emprego di serventi nem nada. Eu num sóu home di pidi nada prus otru, di modi qui vim assunta si tem trabalho aqui. Mi falaru qui a genti ganha poco mas qui cumida num farta. Di trabalho eu num tenho medo i nem di briga também não, seu Commandante. Si o sinhô quizé posso até mostra procê.

-Chega de papo. De qualquer jeito você vai ter que passar nos três testes antes de ser aceito:
O primeiro: Está vendo aquele vidro ali ? Tem dois litros de óleo de rícino. Você tem que tomar tudo de uma só vez, sem que sobre na nada.fundo. O segundo: Está vendo aquela jaula ? Dentro tem um urso selvagem de quase dois metros de altura. Você tem que entrar na jaula e apertar a mão do urso. Se passar nestes dois testes, vai fazer o terceiro, que é ter relações sexuais três vezes seguidas com uma cigana de 80 anos que não toma banho faz bem uns cinco. Você compreendeu? Sabe o que deve fazer?

-Sei, sim sinhô.

-Então pode começar os testes.

Mundinho, que estava morto de fome, foi direto para o vidro e tomou todo o óleo de uma só vez. Aí correu em direção à jaula do urso. Só pensava que tinha que conseguir o emprego de qualquer forma. Entrou na jaula e se atirou em cima do urso. Foi uma luta enorme que durou uns quinze minutos. Ninguém conseguia enxergar o que estava acontecendo por causa da poeira que levantou. O barulho era assustador. Os urros do urso não paravam. De repente, um silencio quase que total, quebrado apenas por gemidos do Mundinho. O resultado não se podia ainda ver por causa da poeira. Mais uns cinco minutos de gemidos, e a poeira foi baixando. O urso, caído no fundo da jaula, parecia uma vitima de atropelamento. Mundinho, todo arranhado e sorridente, saiu da jaula arrumando suas roupas rasgadas, endireitando as calcas e gritou para o Comandante:

-Foi treis veiz, seu comandanti. Agora cadê a ciganinha pru modi eu apertar a mão dela?



Machista? Eu!? – Não! Só porta-voz da classe.Sabe quando uma mulher vai dizer algo inteligente?
resp: Quando ela começa dizendo, “uma vez um homem me disse…”

Que nome se dá a uma mulher que perdeu 95% da inteligência?
resp: Divorciada.

Como transformar uma gatinha num elefante?
resp: Case com ela.

Na nossa última briga foi culpa minha… ela perguntou “que tem na TV?” e eu respondi: “Bastante Pó!”

Incrível a última câmera fotográfica japonesa?
resp: É tão rápida que pode fotografar uma mulher com a boca fechada

Por que mulher pequena é o ideal?
resp: Dos males o menor! (meio boiola esta, admito)

Nem todas mulheres se realizam no fogão. Muitas só encontram a felicidade no tanque.

O que você diz pra uma mulher com dois olhos roxos?
resp: Nada. Você já tinha falado duas vezes antes.

Os homens são a causa primária de noventa e nove por cento dos acidentes de carro. Sabe porque?
resp: Emprestam a chave para suas mulheres.

Por que a Estátua da Liberdade é mulher?
resp: Porque precisavam da cabeça oca para o mirante.

Por que a mulher não tem necessidade de aprender a dirigir?
resp: Porque da cama até cozinha não é preciso ir de carro.

Porque mulher tem pés pequenos?
resp: Para que se ajustem melhor embaixo da pia e do fogão.

Se seu cachorro está latindo no quintal e sua esposa gritando no jardim, quem você deixa entrar primeiro?
resp: O cachorro, é óbvio. Ele vai calar a boca assim que entrar.

Se sua mulher fica vindo da cozinha toda hora pra te xingar, o que você fez de errado?
resp: Deixou a corrente da coleira comprida demais.














Um pintor de paredes era paradão na mulher do vizinho. E pelo jeito ela correspondia. Rolava um certo clima, trocas de olhares, mas a coisa nunca evoluía, porque o marido era um baita ciumento e trancava a mulher dentro de casa quando saía pro trabalho.

Querendo arrumar um jeito de se aproximar, o pintor teve uma idéia.

-Sabe como é, Joaquim – disse ele, pro vizinho – Nós somos vizinho há tanto tempo. Eu ando com um tempo sobrando, então tava pensando. Você não quer que eu pinte sua casa de graça?

-Claro, meu camarada! -Agradeceu ele - Aparece aqui amanhã de manhã que você já começa!

No dia seguinte, logo cedinho, o pintor chega todo animado, lata de tinta numa mão, pincel na outra. E o marido ciumento diz:

-Se você não se importa, vou trancar a porta. Não gosto que minha mulher fique dando voltinhas por aí.

-Claro, Joaquim. Você é quem sabe!

Foi só o marido sair para o trabalho que começou o rala e rola. O negócio foi esquentando, mas de repente ouve-se um barulho de porta. O corno tinha voltado!

-E agora? -pergunta a mulher, desesperada.

O pintor só teve tempo de pegar o pincel e começar a pintar, com um jeito bem distraído.

O que é isso?- pergunta o marido, assustado - Você pede pra pintar minha casa e fica pelado na frente da minha mulher?

–Pô, eu tô pintando de graça e você ainda quer que eu suje a minha roupa?

–Hummm!?? E esse pinto duro, aí? - Diz ele, apontando para o referido do pintor, que estava em ponto de bala.

E o pintor responde com a maior naturalidade:

–E onde é que você queria que eu pendurasse a lata?


Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. "Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?

No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!" o substituem. O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma. Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!". E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?

Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!". Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala.

Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas.Me liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade. E...foda-se!"
(Texto de Millôr Fernandes)



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